Quem bebe mais?
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Quem você acha que bebe mais? Homem ou mulher? Pobres ou ricos?

Você acha que o status socioeconômico e o sexo tem algo a ver com a quantidade de álcool que uma pessoa bebe?

Parece que esses detalhes podem fazer uma grande diferença neste hábito.

O estudo Tackling Harmful Alcohol Use (Combatendo o uso de álcool nocivo), criado pela OCDE - Organização de Cooperação Econômica, descreve o consumo de álcool em diferentes gêneros, condição socioeconômica, grau de escolaridade e grupos étnicos.

A pesquisa mostra que as pessoas que tem níveis mais elevados de educação e melhor nível socioeconômico são mais propensos a beber álcool do que os outros.

E as mulheres nesta categoria (ricas e bem educadas) que abusa de álcool são mais comuns do que as mulheres alcoólatras vindas de camadas sócio-economias mais baixas.

Mas para os homens, o oposto é o que vale - o alcoolismo está mais presente entre os homens das classes mais baixas.

Outro ponto interessante do estudo que desfaz algumas idéias preconceituosas é que, em geral, as pessoas pertencentes a grupos étnicos minoritários bebem menos álcool do que a maioria da população.

O estudo da OCDE também afirma que existem algumas estimativas que sugerem que as perdas de produtividade relacionados ao álcool estão na casa de 1% do PIB na maioria dos países.

Mas o estudo não traz somente mas noticias para nos, bebedores de cerveja. O estudo diz que enquanto o impacto do consumo excessivo de alcohol sobre os resultados do trabalho é sempre negativo, há algumas evidências de que o consumo moderado tem um impacto positivo, especialmente sobre os salários.

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